Sondagem demonstra que purga de mais de 8000 académicos conduz a uma diminuição de 25% na investigação científica na Turquia

O governo do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), sob o estrito governo do presidente autocrático turco, Recep Tayyip Erdoğan, demitiu mais de 8 mil académicos críticos que levou a uma queda de 28% na produção académica desde o falhado golpe de Estado no dia 15 de julho de 2016, mostrou um relatório lançado por um grupo de pesquisa sedeado em Londres que se centra nos sofrimentos dos académicos na Turquia sob o estado de emergência.

O estudo, realizado pela Freedom For Academia, mostrou os efeitos a curto prazo da purga de grande escala realizado pelo regime autocratico de Erdoğan destinado aos académicos baseados na Turquia. De acordo com o estudo, a purga de mais de 8.000 académicos na Turquia resultou no fechamento de muitas universidades e departamentos académicos e deixou muitos estudantes sem professores, muitos hospitais ficarem com ausência de pessoal qualificado e muitos projetos científicos financiados pelo estado chegaram a um fim abrupto.

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